<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><link>https://www.transtozzo.com.br/Novidades</link><title>Novidades | Tozzo Transportes</title><image><![CDATA[<url>https://t6.al/wfim.svg</url>]]></image><description>Confira as últimas matérias publicadas.</description><language>pt-BR</language><item><title>PROJETO DO CORREDOR FERROVIÁRIO DE SANTA CATARINA- ITAJAÍ/SC - CHAPECÓ/SC - DIONÍSIO CERQUEIRA/SC (ESTUDOS E PROJETO) - SC</title><link>https://www.transtozzo.com.br/Novidades/Geral/PROJETO_DO_CORREDOR_FERROVIÁRIO_DE_SANTA_CATARINA-_ITAJAÍ／SC_-_CHAPECÓ／SC_-_DIONÍSIO_CERQUEIRA／SC_(ESTUDOS_E_PROJETO)_-_SC</link><description><![CDATA[<table class="bug"><tr class="bv6"><th>Em licitação de projeto</th><td class="ha"> </td></tr><tr class="bv6"><th>DATA DE REFERÊNCIA</th><td class="ha">31 de Agosto de 2013</td></tr></table>]]></description><category>Geral</category><pubDate>Wed, 18 Dec 2013 07:40:42 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1kRr.avif"></enclosure></item><item><title>Caminhoneiros vão parar novo terminal</title><link>https://www.transtozzo.com.br/Novidades/Geral/Caminhoneiros_vão_parar_novo_terminal</link><description><![CDATA[<i>Profissionais chegam a esperar 7 dias na fila para conseguir descarregar e não têm condições mínimas de salubridade</i><br/>Caminhoneiros prometem parar o setor de cargas, especialmente de grãos, nesta quarta-feira em Mato Grosso. O principal motivo para o protesto é a falta de condições ambientais de trabalho e a demora no processo de descarregamento no terminal da América Latina Logística (ALL), em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá). Apenas o setor de grãos contabiliza 30 mil profissionais atuando na área no Estado. <br/><br/>Destes, 10 mil na região de Rondonópolis. <br/><br/>"Lá, é um descaso total com os caminhoneiros. Na semana passada, havia motoristas aguardando mais de sete dias para descarregar. Não há vagões suficientes para atender a demanda e o motorista fica aguardando sem ter local apropriado para estacionar ou esperar, sem ter o que comer e beber, além da falta higiene nos banheiros. É uma situação totalmente degradante", afirmou o presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de Mato Grosso (Sindicam), Roberto Pessoa Costa. <br/><br/>Segundo ele, 2.500 caminhões passam pelo terminal diariamente. "Obtemos uma liminar judicial expedida pela Comarca de Alto Araguaia que determina que a ALL faça o descarregamento em até 5 horas e, após esse período, o pagamento do valor de R$ 1,00 por tonelada, mais multa de R$ 100 mil ao dia", informou. A decisão segue a Lei 11.442/2007 que dispõe sobre o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC). O terminal tem uma área total de 385,10 hectares (equivalente a 900 campos de futebol) e capacidade inicial de carregamento de 120 vagões graneleiros a cada 3,5 horas. <br/><br/>De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Terrestre de Rondonópolis e Região e da Federação dos Trabalhadores, Luiz Gonçalves da Costa, a manifestação vai durar o dia todo. A partir das 8 horas, os caminhoneiros se concentram em frente à sede do Ministério Público do Trabalho (MPT) e após seguem em passeata pelas vias da cidade. "No Ministério Público, haverá uma audiência para discutir as melhorias das condições de trabalho", informou. <br/><br/>Ele lembra que o Complexo Intermodal Rondonópolis (CIR) foi inaugurado há uma semana com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff. Porém, todas as dificuldades que a categoria vem enfrentando há anos no terminal da ALL de Alto Araguaia, na divisa de Mato Grosso com Goiás, já estão presentes em Rondonópolis. Entre elas, as filas enormes, poeira e falta de condições de higiene para quem espera pela descarga. "Só mudaram a fila de local”, criticou. <br/><br/>Entre as reivindicações está a criação de um sistema de agendamento para descarregamento dos produtos. "A ideia é que o caminhão só seja carregado quando a ALL agendar a descarga, de acordo com a capacidade de exportações pelos trilhos”, frisou. <br/><br/>A criação do sistema e a melhoria das condições do terminal fazem parte de um termo de compromisso assinado no início deste mês entre a ALL e representantes da categoria. Procurada pela reportagem do Diário, a assessoria de imprensa da ALL ficou de enviar uma nota sobre o assunto, o que não foi feito até a tarde de ontem.<br/>]]></description><category>Geral</category><pubDate>Sat, 05 Oct 2013 11:16:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1kRs.avif"></enclosure></item><item><title>Norma ainda causa polêmica em estradas</title><link>https://www.transtozzo.com.br/Novidades/Geral/Norma_ainda_causa_polêmica_em_estradas</link><description><![CDATA[<i>Em vigor há 1 ano, legislação que normatiza jornada de motorista ainda divide opiniões; PRF diz que fiscaliza, caminhoneiros contestam</i><br/>Há exatamente um ano entravam em vigor as resoluções 405 e 406 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que regulamentam a jornada de trabalho do motorista profissional que faz transporte escolar e de passageiros em veículos com mais de dez lugares, bem como no transporte de carga com peso bruto superior a 4.536 quilos. <br/><br/>Em Mato Grosso, enquanto a Polícia Rodoviária Federal (PRF) garante que a fiscalização é feita e são poucos os que desrespeitam a norma, condutores e representantes da categoria afirmam que o controle não existe.<br/><br/>"Na verdade, a lei não passa da mesa de discussão porque praticamente todo dia tem alguém propondo modificações. A norma entrou em vigor, mas existem setores como o do agronegócio que vivem propondo alterações", lamenta o presidente do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Empresas de Transportes Terrestres de Cuiabá e Região (STETT/CR), Ledevino da Conceição. <br/><br/>Na Câmara dos Deputados, em Brasília, foi criada uma comissão especial para analisar minuta de projeto de lei que permite ao motorista dirigir por até seis horas ininterruptas. Hoje, a Lei 12.619/12, também conhecida como Lei dos Motoristas, só permite que ele dirija por até 4 horas seguidas, tem que descansar, no mínimo, 30 minutos, e a cada 24 horas viajadas, é necessária parada de 11 horas. "Podemos até tratar essas propostas como um ataque predatório a Lei dos Motoristas", criticou Ledevino. O caminhoneiro que descumprir a lei estará sujeito a multa de R$ 127,69 e perda de cinco pontos na carteira. <br/><br/>Segundo o presidente do STETT/CR, mesmo a legislação vigente não atende os anseios dos trabalhadores. "Ela já não era o que queríamos, como receber tratamento como os profissionais do setor da indústria que trabalham 8 horas, têm repouso, alimentação", exemplificou. A Lei 12.619/2012 alterou artigos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). <br/><br/>Caminhoneiro há dois anos, Carlos Ferreira da Silva, 32, afirma que nunca foi parado numa vistoria para o cumprimento da nova legislação. "Nunca fui parado. Não há verificação do tacógrafo", garante o caminhoneiro que veio de Alto Garças com destino a Lucas do Rio Verde. Entretanto, ele garante que vem cumprindo a determinação. "A empresa para a qual eu trabalho exige o cumprimento".<br/><br/>Inspetor da PRF, José Hélio Macedo diz que o controle sempre existiu nas atividades rotineiras da PRF. "A fiscalização sempre existiu, só que antes não podíamos autuar. Em Mato Grosso, a maior parte das empresas tem cumprindo a legislação. São poucos que desrespeitam", afirma. Para a checagem é utilizado o tacógrafo, complementado pela ficha de trabalho externa registrada pelo motorista. "O tacógrafo é como se fosse a caixa-preta do caminhão, registra o tempo de direção, parada, velocidade", observa. Porém, não informa o numero de autuações.<br/>]]></description><category>Geral</category><pubDate>Sat, 05 Oct 2013 11:10:33 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1kRt.avif"></enclosure></item></channel></rss>